ESTUDO SOBRE A ÁREA DE SAÚDE: NEM SEMPRE TAMANHO É SINÔNIMO DE EFICIÊNCIA

  • ADRIANO DANTAS DA SILVA
  • FERNANDO DE ALMEIDA SANTOS
  • SERGIO DE IUDÍCIBUS

Resumo

O estudo retratado no artigo tem como objetivo analisar o impacto dos indicadores de
prêmios retidos, prêmios ganhos, sinistros, despesas de comercialização e despesas
administrativas dos últimos 6 anos e juntamente averiguar a correlação com o PIB
(Produto Interno Bruto). Conforme consulta na Agência Nacional de Saúde (ANS),
foram coletados dados de 1.259 entidades que reportaram suas demonstrações
trimestrais, na qual foram selecionadas 148 instituições, que representam em prêmios
retidos 88% do total, no ano de 2019. Buscou-se avaliar o impacto desses indicadores
nos últimos 6 anos e apresentar um ranking por modalidade, a fim de identificar quais
são as operadoras mais eficientes considerando, o indicador % combinado que
mensura a soma de sinistros indenizáveis líquidos, despesas de comercialização,
despesas administrativas dividido pelo prêmio ganho. Adicionalmente, com as
informações obtidas, fez se um estudo para verificar se há correlação desses
indicadores com o PIB (Produto Interno Bruto) do mesmo período. Verificou-se que
mesmo havendo uma correlação nos indicadores percentuais de despesas de
comercialização (10 empresas, forte negativa) e de Sinistralidade (4 empresas, forte
negativa e 2 forte), os resultados mostram que 33% das seguradoras especializadas
em saúde, estão com indicador superior a 100% e que a empresa que possui o maior
market share de mercado, figuraria a posição de nº 103 no rank, que representa que
nem sempre tamanho é sinônimo de eficiência.

Publicado
2020-12-23
Como Citar
DA SILVA, A., SANTOS, F., & DE IUDÍCIBUS, S. (2020). ESTUDO SOBRE A ÁREA DE SAÚDE: NEM SEMPRE TAMANHO É SINÔNIMO DE EFICIÊNCIA. Revista Científica E-Locução, 1(18), 19. Recuperado de https://periodicos.faex.edu.br/index.php/e-Locucao/article/view/289

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